Zinédine Zidane estava a um passo de se tornar o maior jogador da Copa do Mundo de 2006. Ele era a força do time e o grande trunfo da França na temível final contra a Itália. A mídia estava pronta para consagrá-lo como o atacante número 1 do mundo e contratos publicitários milionários o aguardavam. E o que fez Zidane? Para estupor de quase 3 bilhões de espectadores, o jogador arremeteu seus chifres contra o peito do italiano Marco Materazzi depois de uma curta troca de impropérios. Sem mais nem menos. Foi expulso, a França perdeu e ele encerrou sua brilhante carreira. Em vez de fecho de ouro, jogou uma pá de cal.
Se esse fosse o problema só do Zidane, tudo bem. A questão era só dele e ponto final. Acontece que todos carregamos um Zidane em potencial dentro de nós. Aliás, não só um, mas um verdadeiro time deles, quicando, trocando passes, treinando chutes, sempre prontos a dar uma inesperada rasteira no que conseguimos com tanto esforço. A questão é que a maioria de nós não sabe como lidar com eles. Caímos na auto-sabotagem porque simplesmente não reconhecemos antecipadamente quando ela se apresenta diante dos nossos olhos. Se muda um pouco o cenário, se os personagens já não são os mesmos, é fatal: esquecemos como foi da última vez que nos estatelamos no chão. Só nos damos conta quando já é tarde demais. E marcamos um gol – só que contra.
Todo mundo tem uma boa história de auto-sabotagem para contar. Mas a gente só é capaz de falar delas quando está livre desse ciclo repetitivo de gols contra (sim, o autoboicote, além de incômodo, é repetitivo). Quem de nós, ao viver um relacionamento amoroso, lá no meio da história, já não bateu na testa e exclamou: “Ai, meu Deus, de novo!” E lá estamos nós a roer o queijinho de sempre na ratoeira. “Durante oito anos sofri porque sempre arrumava o mesmo tipo de namorado: rebelde, inteligente, criativo. Sabe aquele tipo de jeans, barba malfeita, meio desleixado e que declama poemas do Thomas Eliot no original?”, diz Ana Cláudia Oliveira, minha amiga do colégio que prefere que eu coloque um nome fictício para ela. Reconheço: Eliot no original é golpe baixo. Esperaria qualquer outra mulher me dizer que se interessava por homens desleixados e sedutores, mas ela? A primeira da classe, que sempre mantinha o material escolar escrupulosamente organizado e limpinho até o último dia do ano escolar? Não batia. “Meu problema não é me sentir atraída por esse gênero de homem. Eles são mesmo incrivelmente atraentes”, ela me explica. “A questão é que depois de um tempinho, eu queria que esse mesmo cara se tornasse fiel, não jogasse mais as roupas pelo chão e me ajudasse a pagar as contas”, diz ela, rindo. Agora sim, ali estava a Ana Cláudia que eu conhecia.
Bom, e que remédio ela adotou? “Adotei o mesmo princípio da homeopatia: a cura chega por meio do mesmo veneno que causou a doença, só que mais diluído. Comecei a relaxar mais, a deixar louça na pia, atrasar contas, a exercitar meu lado mais selvagem.” E o resultado? “Os bad boysdesapareceram. Acho que ele estão sempre atrás de uma mãe, uma mulher responsável, organizada, provedora. E eu não me encaixava mais nesse papel.”
Para ela fez um bem enorme. Hoje Ana Cláudia já recuperou parte do seu lado certinho, é verdade, mas nem tanto. Está mais solta, menos meticulosa. E já atrai homens mais equilibrados – talvez porque ela mesma esteja mais em equilíbrio. O ciclo da auto-sabotagem rompeu-se. Exatamente quando ela reconheceu que ele existia e que a fazia sofrer. Por isso, é bom começar com a questão: “Quais são as atitudes e circunstâncias repetitivas que sempre me prejudicam?”
O fracasso no sucessoA sabotagem a si mesmo é um sério problema não só em nosso universo pessoal mas também, é claro, na vida profissional. Nela, espera-se que as pessoas tenham sempre sucesso e realizem bem concretamente os objetivos a que se propõem. Como dizem os mineiros, não tem ui-ui-ui nem ai-ai-ai, as coisas têm de dar certo e pronto. O consultor de empresas Eduardo Farah, por exemplo, é sempre convidado para dar palestras sobre as leis que regem o sucesso material e pessoal para profissionais de várias áreas do mercado. Mas, assim como ele se refere ao que pode contribuir com o êxito na profissão, também fala das circunstâncias que podem induzir ao fracasso, como a auto-sabotagem. É Farah quem gosta de dar o exemplo de Zidane como um caso emblemático de boicote a si próprio. “Não vamos saber nunca o que o motivou a se comportar daquela maneira. Mas podemos tentar identificar em nós mesmos o que nos empurra nessa direção”, diz. “Para começar, é fundamental saber que temos um time interno que joga contra. Não temos só de nos preocupar com os rivais externos, mas principalmente com esse time interno solapador que todos carregamos em algumas áreas da vida.”
E o que fazer com esse pessoalzinho do contra, então? Uma das respostas é: começar a lidar com eles olho no olho. E questioná-los sobre o que querem cada vez que algo dá errado, prestar muita atenção nos fracassos recorrentes em nossa vida. A grande pergunta que devemos fazer aos nossos Zidaninhos é: “Por quê?”
Eterna repetiçãoSomos seres repetitivos. Metade da nossa vida – ou mesmo a vida inteira – tentamos confirmar e concretizar as crenças que adquirimos quando crianças, sobretudo no relacionamento com o pai ou a mãe. “O garoto cuja família sempre passava as férias numa cabana de Rainbow Lake cresce e insiste em levar a família para a mesma casinha em Rainbow Lake – às vezes para o desespero de sua família atual”, escreve o psicólogo americano Stanley Rosner no livro O Ciclo da Auto-sabotagem. Outros cozinham da mesma maneira que sua mãe cozinhava, frequentam o mesmo templo, adotam as mesmas diversões e, às vezes, até moram na mesma casa. “Para esses indivíduos, tanto na vida real quanto na íntima, não há espaço para a mudança, para a inovação, não há espaço sequer para a imaginação”, afirma Rosner.
Essas pessoas (ou seja, a maioria de nós) são ensinadas desde pequenas que a única maneira de serem amadas e aceitas é serem iguais a seus pais. Por isso, prezam tanto as crenças deles – porque, basicamente, precisam sentir-se consideradas e acolhidas. Ou seja, elas não são aceitas pelo que realmente são, mas pelo que seus pais querem que elas sejam. Esse desejo de repetir o exemplo dos pais para obter seu amor é o que algumas correntes da psicologia chamam de “identificação arcaica”. Já é ruim quando os filhos são pequenos, mas é pior ainda quando eles se tornam adultos e procuram cumprir o que era pedido pelos pais, sem escutar suas próprias preferências, atender suas reais potencialidades ou sequer olhar para o ambiente atual e constatar que essas exigências são descabidas.
Há uma gama enorme de emoções negativas associadas ao autoboicote. A culpa, por exemplo, vem em primeiro lugar, quase sempre de mãos dadas com o medo. Geralmente, a culpa nasce por se romper uma crença de infância. É preciso se deter sobre isso, ver se realmente tem sentido. O medo também pode também vir sozinho: grandes expectativas, por exemplo, podem gerar pânico. Se ele não for bem administrado, pode se tornar paralisante. Também chega o medo de perder lá na frente o que se conseguiu até esse momento ou de não levar adiante a realização com o mesmo sucesso. Enfim, de que a história, no fim das contas, não dê certo. E, como pode não dar certo no fim, a gente está sempre disposto a dar um empurrãozinho para não dar certo no começo, não é?
O mais saudável seria que, ao se conhecerem outros estilos de vida e comportamentos durante a vida, escolhêssemos o que mais tem a ver conosco. Sem culpa, sem medo. E, depois de uma análise mais racional e adulta da situação, tentar ignorar aquela voz insistente vinda lá da infância que diz: “Você não vai abandonar tudo o que a gente ensinou para você, vai?”
Trens e sabotagensPorém, em algum momento da vida, as coisas podem começar mesmo a descarrilar. Aliás, a origem da palavra sabotagem tem mesmo a ver com trens e descarrilamentos. Segundo uma das versões da etimologia da palavra, os sabotadores franceses do século 19 retiravam os dormentes (em francês, sabots) que uniam os trilhos da via férrea para as locomotivas se desgovernarem e perderem o rumo. É mais ou menos o que acontece conosco quando nós mesmos retiramos os dormentes dos nossos trilhos sociais, isto é, daquilo que se espera de nós. Quando isso acontece, instaura-se um estado de enorme confusão e conflito internos. Podemos fazer algo para ter segurança e sermos aceitos pela família ou pela sociedade mas, no fundo, podemos querer algo bem diferente para nós. Como não sabemos ainda como vamos resolver a questão, um dos nossos recursos inconscientes é começar a nos sabotar, isto é, retirar, na clandestinidade, os dormentes dos trilhos que nos conduzem ao mesmo caminho. Seja porque queremos afirmar nossas crenças e desejos e inconscientemente boicotamos a vida que queremos rejeitar, seja porque começamos a nos sentir felizes e satisfeitos e nossas crenças não o permitem. É bom prestar atenção nisso: os “eus” sabotadores podem ser tanto nossos grandes amigos, quando apontam para algo que nos faz mal e que precisa mudar, quanto nossos piores inimigos, quando boicotam as ações que nos trazem autoafirmação, satisfação e felicidade.
Portanto, a auto-sabotagem nem sempre é ruim. Ela também pode ser positiva e nos alertar para algo que simplesmente não vai bem. Por exemplo, quando aceitamos fazer um trabalho por dinheiro sem questionarmos se é exatamente isso que queremos fazer na vida. O conflito que pode emergir a partir dessa opção é particularmente agudo no campo da criatividade. Mônica Figueira ganhava fortunas como redatora de publicidade numa agência de São Paulo. Mas estava infeliz. Sofria a cada manhã que tinha de trabalhar, a cada texto que tinha de escrever. “Meu chefe queria uma intensa produtividade para poder justificar meu salário. E eu andando a passos cada vez mais lentos, procrastinando o trabalho, me arrastando como uma lesma rumo a uma depressão”, afirma ela. “A certa altura, travei totalmente. Não conseguia escrever nem mais uma linha, meu cérebro se recusava a responder. De lento, passou a nulo. Ele não queria mais se vender. Era a sabotagem suprema, com se minha mente fosse uma criatura independente de mim que se recusasse a colaborar mais um segundo sequer com aquela dolorosa situação.” Bom, resumo da ópera: a agencia finalmente a demitiu. Hoje, feliz e solta na vida, ela ensaia os rumos de seu primeiro livro. E o cérebro dela, totalmente refeito da crise, colabora intensamente para isso.
Enfim, o ciclo da auto-sabotagem se instaura porque nosso inconsciente quer chamar atenção para as razões profundas que motivam nossas ações.
São sinais de algo que não está bem e que precisa mudar para sermos mais felizes ou, ao contrário, indícios que se está muito bem mas que uma parte de nós não permite que isso aconteça. É preciso estar atento para decodificar corretamente qual das duas vertentes desencadeia o processo.Trens e sabotagensJá em 1916, Freud assina um artigo com um título instigante: “Os que fracassam ao triunfar”. Ou seja, o pessoal que sofre e morre de medo quando a existência traz satisfação e que fica feliz da vida quando ela não dá certo. No texto, o criador da psicanálise vai direto ao ponto: por algumas razões complicadas, e ele disseca todas elas, alguns indivíduos têm problemas em usufruir plenamente a satisfação de um desejo. Conseguir realizálo só traz angústia e ansiedade a eles, porque essa concretização vai contra algumas de suas crenças primordiais, entre elas a de que podem ter o direito de sentir felicidade atendendo aos seus desejos. Essas pessoas pode ter nas mãos todas as condições para aproveitar a vida ao máximo, mas elas talvez prefiram não fazê-lo. É uma espécie de medo de ser feliz.
Por sua vez, o receio da satisfação traz um conflito. O monólogo interno desse embate poderia ser: “E se eu gostar? E se for feliz? E se der certo? Ai, que medo. Talvez aí eu tenha de mudar. Mas é tão bom fazer tudo da mesma maneira, tá tudo tão certinho, para que arriscar?” Uma parte de mim, é claro, quer realizar esse desejo. É a mais consciente, talvez a mais salutar, a que vê que as coisas não estão tão bem assim e que já há muito tempo precisavam ser mudadas. Outra metade de mim não quer, por culpa, covardia, raiva, desejo de vingança (contra os pais) ou acomodação. Essa parte é geralmente inconsciente e reprimida. Mas está lá. Inicia-se então um jogo de forças entre a parte consciente e inconsciente do ego, entre desejo e pressão social. Como em tudo, quem for mais forte ganha.
Pergunte semprePodemos descobrir o que está por trás da auto-sabotagem ao fazermos perguntas a nós mesmos, tentando detectar culpas, medos, raivas ou nos lembrando dos registros negativos de infância. Isso também pode ser feito por meio de terapia verbal, analítica, com ajuda de uma pessoa preparada para isso, como um psicólogo ou um psicanalista. Mas outro jeito de entrar em contato com esses conteúdos internos é por meio das terapias corporais. “É preciso estar atento aos alertas do corpo. A limitação do movimento, aquilo que restringe nossa expressão corporal ou a dor nos dão indicações preciosas do que acontece em nossa psique e, por extensão, em nossa vida”, diz a terapeuta Miriam Leiner, que trabalha com a conscientização corporal por meio do movimento. “O corpo não está desconectado de nossas atitudes. Se ele não está em equilíbrio, o que está à sua volta também não está”, diz ela.
Um exemplo simples: uma das clientes de Miriam tinha sua postura comprometida por causa de um grave ferimento no pé, feito ainda quando era adolescente. Esse ferimento trazia dolorosas lembranças para a moça, pois havia ocorrido em um acidente de automóvel em que seu irmão havia morrido. Quando reaprendeu a andar, logo depois do acidente, ela passou a colocar mais peso no lado oposto do corpo. Era uma maneira de não sentir a dor física do ferimento, mas também uma forma eficiente de evitar a dor emocional associada a ele, como a perda do irmão e a culpa imensa por ter sobrevivido. O maior peso de um lado do corpo provocou outras compensações corporais, que resultaram numa postura desequilibrada e torta. “A moça continuou o resto da vida a proteger o pé esquerdo. O ferimento físico foi recuperado, mas não o emocional”, afirma Miriam. Ao tentar encontrar de novo seu equilíbrio durante a terapia, e mexer na base do seu corpo – os seus pés –, a dor voltou, profunda e intensamente. Quando se lembrou novamente do acidente, a moça percebeu que não se sentia merecedora de estar viva. “Ela admitiu que se autosabotava toda vez que estava prestes a sentir-se bem-sucedida e satisfeita. Ela achava que não tinha direito de ser feliz.” Esse sentimento emergiu ao travar contato com a dor e a culpa registrada no seu corpo. “A autoconsciência do que fazia com ela mesma foi vital para o seu reequilíbrio psíquico, energético e corporal. E, ao longo do trabalho com o corpo, sua dor emocional pode, finalmente, cicatrizar.”
“O que meu corpo me diz?”, portanto, pode ser outra pergunta a indicar um caminho para a resolução do conflito. É mais uma boa pista para saber em que direção mudar.

Ao longo da existência da humanidade, um grande segredo foi protegido a ferro e fogo. Homens e mulheres extraordinários o descobriram e não só alcançaram feitos incríveis como também mudaram o curso da história. Platão, Da Vinci, Galileu, Thomas Edison, Beethoven, Napoleão, Abraham Lincoln e Einstein foram alguns dos grandes homens que controlavam, dominavam e utilizavam a força desse mistério. Após milhares de anos, O Segredo foi revelado para todo mundo!
4 de ago. de 2011
1 de ago. de 2011
NÃO DESTRUA SEU PODER PESSOAL
Reclamar da vida e criticar as atitudes dos outros são coisas que o ser humano sabe fazer de melhor. Aquela fofoca que rola quando uma turma se encontra para conversar parece até ser prazerosa, mas as palavras ditas são tão destrutivas e tem tanto poder de moldar a energia desta pessoa ou situação criticada que se você imaginasse sua consequencia, jamais faria.
O pior é que não há santo, nem pecador que esteja isento de tudo isso!
Bruno Gimenes em seu livro Sintonia de Luz, explica muito bem que quando você critica alguém de quem não gosta ou algo que não é o que você acredita, por exemplo, essa energia é alimentada e reforçada ainda mais. Por isso a crítica não tem o poder de mudar, mas de acrescentar ainda mais ao que já existe.
Pare e pense: uma crítica nasce quando alguém fez algo melhor do que você e isso o fez perder seu poder pessoal? Ou quando você foi vítima de algo que o fez perder a razão?
O ego e a pretensão que temos é que faz com que sempre nos achemos donos da verdade!
Um exemplo que tenho ouvido muito ultimamente é o de que muitas pessoas criticam a religiosidade de outras, pois de que adianta ser religioso e espiritualista dentro de curso ou de um templo e falar de espiritualidade, se quando depois você critica e julga o que está fora do que você (que se diz religioso), acredita?
Isso é um emaranhado, quanto mais você critica, mais a sua crítica e a sua lamentação ganham força. E sabe o que você ganha? Nada!
Estive alguns dias no Rio de Janeiro e observei que lá as pessoas não reclamam tanto da vida em relação ao Rio Grande do Sul. Ao chegar aqui no meu estado, primeiro bate-papo que tive com amigos, logo percebi reclamações sobre o prefeito, sobre a cidade, sobre dinheiro, sobre doença, e assim por diante...
Você já deve ter ouvido e lido muitas vezes que o Universo não sabe distinguir o certo do errado, ele apenas responde à nossa vibração. Pois assim como existe a Lei da Gravidade, a qual diz que se você jogar algo para cima, vai cair, querendo você ou não. Existe também a Lei da Atração. É ela quem faz esse trabalho de trazer para o ser humano exatamente aquilo que ele pensa e sente!
Para finalizar nossa reflexão de hoje, quero propor receitas infalíveis para você ser infeliz, -não se assuste, leia até o fim - atrair doenças e muitos problemas na sua vida, conforme diz Bruno Gimenes no seu livro Sintonia de Luz. Se você fizer tudo direitinho, vai ver quanta desgraça atrairá e verá também como a Lei da Atração funciona:
-Todos os dias reclame muito. Reclame da vida, das pessoas à sua volta, das coisas materiais, da pessoa que você é de tudo que mais que conseguir se lembrar. Faça isso muitas vezes por dia;
-Cante músicas de protestos, com temas negativos e mensagens bem pesadas, de preferência em voz alta para todo mundo ouvir;
-Evite ao máximo que você puder de rezar. Elimine a meditação da sua vida;
-Adote e mantenha a postura da vítima e sinta de verdade que o mundo se virou contra você. Tenha a certeza de que não tem culpa de nada que está acontecendo na sua vida;
- Necessariamente, coloque a culpa dos problemas sempre nos outros, afinal, você é uma vítima convicta;
-Assista todos os dias a programas policiais, filmes e noticiários sobre violência, guerras, chacinas, atentados e assaltos;
-Leia livros, revistas e jornais que falem sobre medo, ego, vaidade, raiva, vingança e muita futilidade preferencialmente. Nesses casos é recomendado que faça isso logo pela manhã, ao acordar;
-Seja bem pessimista, tenha certeza de que não vai achar uma solução para seus problemas e seja convicto de que não vai ter condições de pagar suas dívidas;
-Acredite fielmente que os seus problemas são crônicos e sérios, por isso as soluções são impossíveis;
-Fale palavrões o tempo todo e sinta o máximo de raiva e mágoa que puder;
-Reserve um tempo para fazer fofoca e chame o máximo de pessoas que puder para praticar. Espalhe aos quatro ventos as coisas alheias e com muita maldade.
Pronto! Se você aplicar pelo menos uma técnica, certamente atrairá muitas coisas ruins para sua vida, tornando-o alguém fracassado, sem poder pessoal, infeliz e com muito azar. No entanto, se o caminho que você quer é outro, então simplesmente, elimine todos esses hábitos acima e aja ao contrário.
Por: Cátia Bazzan
O pior é que não há santo, nem pecador que esteja isento de tudo isso!
Bruno Gimenes em seu livro Sintonia de Luz, explica muito bem que quando você critica alguém de quem não gosta ou algo que não é o que você acredita, por exemplo, essa energia é alimentada e reforçada ainda mais. Por isso a crítica não tem o poder de mudar, mas de acrescentar ainda mais ao que já existe.
Pare e pense: uma crítica nasce quando alguém fez algo melhor do que você e isso o fez perder seu poder pessoal? Ou quando você foi vítima de algo que o fez perder a razão?
O ego e a pretensão que temos é que faz com que sempre nos achemos donos da verdade!
Um exemplo que tenho ouvido muito ultimamente é o de que muitas pessoas criticam a religiosidade de outras, pois de que adianta ser religioso e espiritualista dentro de curso ou de um templo e falar de espiritualidade, se quando depois você critica e julga o que está fora do que você (que se diz religioso), acredita?
Isso é um emaranhado, quanto mais você critica, mais a sua crítica e a sua lamentação ganham força. E sabe o que você ganha? Nada!
Estive alguns dias no Rio de Janeiro e observei que lá as pessoas não reclamam tanto da vida em relação ao Rio Grande do Sul. Ao chegar aqui no meu estado, primeiro bate-papo que tive com amigos, logo percebi reclamações sobre o prefeito, sobre a cidade, sobre dinheiro, sobre doença, e assim por diante...
Você já deve ter ouvido e lido muitas vezes que o Universo não sabe distinguir o certo do errado, ele apenas responde à nossa vibração. Pois assim como existe a Lei da Gravidade, a qual diz que se você jogar algo para cima, vai cair, querendo você ou não. Existe também a Lei da Atração. É ela quem faz esse trabalho de trazer para o ser humano exatamente aquilo que ele pensa e sente!
Para finalizar nossa reflexão de hoje, quero propor receitas infalíveis para você ser infeliz, -não se assuste, leia até o fim - atrair doenças e muitos problemas na sua vida, conforme diz Bruno Gimenes no seu livro Sintonia de Luz. Se você fizer tudo direitinho, vai ver quanta desgraça atrairá e verá também como a Lei da Atração funciona:
-Todos os dias reclame muito. Reclame da vida, das pessoas à sua volta, das coisas materiais, da pessoa que você é de tudo que mais que conseguir se lembrar. Faça isso muitas vezes por dia;
-Cante músicas de protestos, com temas negativos e mensagens bem pesadas, de preferência em voz alta para todo mundo ouvir;
-Evite ao máximo que você puder de rezar. Elimine a meditação da sua vida;
-Adote e mantenha a postura da vítima e sinta de verdade que o mundo se virou contra você. Tenha a certeza de que não tem culpa de nada que está acontecendo na sua vida;
- Necessariamente, coloque a culpa dos problemas sempre nos outros, afinal, você é uma vítima convicta;
-Assista todos os dias a programas policiais, filmes e noticiários sobre violência, guerras, chacinas, atentados e assaltos;
-Leia livros, revistas e jornais que falem sobre medo, ego, vaidade, raiva, vingança e muita futilidade preferencialmente. Nesses casos é recomendado que faça isso logo pela manhã, ao acordar;
-Seja bem pessimista, tenha certeza de que não vai achar uma solução para seus problemas e seja convicto de que não vai ter condições de pagar suas dívidas;
-Acredite fielmente que os seus problemas são crônicos e sérios, por isso as soluções são impossíveis;
-Fale palavrões o tempo todo e sinta o máximo de raiva e mágoa que puder;
-Reserve um tempo para fazer fofoca e chame o máximo de pessoas que puder para praticar. Espalhe aos quatro ventos as coisas alheias e com muita maldade.
Pronto! Se você aplicar pelo menos uma técnica, certamente atrairá muitas coisas ruins para sua vida, tornando-o alguém fracassado, sem poder pessoal, infeliz e com muito azar. No entanto, se o caminho que você quer é outro, então simplesmente, elimine todos esses hábitos acima e aja ao contrário.
Por: Cátia Bazzan
Um pouco sobre PNL
PNL é uma maneira de modelar outros comportamentos, mas única no sentido que permite alguém a começar a compreender a estrutura da experiência interna. O que isso quer dizer é que nossa experiência é feita de visualização (imagens), experiências auditivas e sensações. A PNL é o primeiro modelo capaz de observar o relacionamento entre como nós neurologicamente processamos informações e o efeito disto no nosso comportamento e sentimento.
A PNL estuda a estrutura da experiência subjetiva. Por estrutura queremos dizer imagens, sons ou diálogo interno e sensações com que a pessoa cria suas experiências internas e influencia seu comportamento externo.Aprender a ter controle sobre sua vida é o que interessa. Aprender a dirigir seu próprio ônibus,isto é, fazer com que suas experiências subjetivas que acontecem ao acaso sejam dirigidas de modo que elas funcionem de maneira mais benéfica.
A PNL é então uma nova ciência e uma forma de arte que nos oferece ferramentas para influenciar processos específicos pelos quais nós criamos nossa experiência subjetiva.A regra principal na PNL é que se você está procurando problemas você vai encontrá-los; se você está procurando que coisas quer evitar, você vai encontrá-las. Muita gente gasta muito tempo procurando o que poderia dar errado. Parte do problema é essa orientação negativa.
Se você sempre busca o que não funciona você vai encontrar. Se você devota sua energia somente procurando o que poderia dar errado - isso vai criá-lo. Isso é chamado de profecia auto-realizadora. Algumas coisas podem dar errado. Algumas coisas podem funcionar. Você vai encontrar ambas coisas na vida. Procure o que funciona que você vai encontrá-lo.
O desafio da PNL é capacitar as pessoas a assumir o controle da sua própria evolução cognitiva e tomar consciência que suas imagens, vozes e sensações internas pertencem a elas e que elas podem manipular estas imagens, vozes e sensações da mesma maneira que elas usam seus dedos para abrir a maçaneta de uma porta.O desafio é ajudar as pessoas a compreender que o que elas pensam que é a realidade é apenas o seu modelo da realidade, e ajudá-las a mudar para uma posição onde possam dizer "se isto é apenas um modelo eu prefiro ter aquele outro."O mais importante de tudo é a atitude.
Sem uma atitude e um sistema de crenças adequado você está apenas pronunciando palavras e não fazendo PNL. Esta atitude é fácil de descrever: tudo é possível de se conseguir. Quando você tem essa crença, você é capaz de deixar de lado sua crença atual sobre o que é possível e o que não é possível; você pode começar a descobrir o que pode ser feito.
Então não importa que dificuldade você encare, você tem duas opções:ou você pode fazê-lo ou você não pode fazê-lo ainda, assim você vai começar a procurar o que você precisa fazer para torná-lo possível. Tão logo você assume que alguma coisa pode ser realizada, você vai fazer o melhor que pode e encontrar as ferramentas e habilidades para fazê-la acontecer.
A PNL estuda a estrutura da experiência subjetiva. Por estrutura queremos dizer imagens, sons ou diálogo interno e sensações com que a pessoa cria suas experiências internas e influencia seu comportamento externo.Aprender a ter controle sobre sua vida é o que interessa. Aprender a dirigir seu próprio ônibus,isto é, fazer com que suas experiências subjetivas que acontecem ao acaso sejam dirigidas de modo que elas funcionem de maneira mais benéfica.
A PNL é então uma nova ciência e uma forma de arte que nos oferece ferramentas para influenciar processos específicos pelos quais nós criamos nossa experiência subjetiva.A regra principal na PNL é que se você está procurando problemas você vai encontrá-los; se você está procurando que coisas quer evitar, você vai encontrá-las. Muita gente gasta muito tempo procurando o que poderia dar errado. Parte do problema é essa orientação negativa.
Se você sempre busca o que não funciona você vai encontrar. Se você devota sua energia somente procurando o que poderia dar errado - isso vai criá-lo. Isso é chamado de profecia auto-realizadora. Algumas coisas podem dar errado. Algumas coisas podem funcionar. Você vai encontrar ambas coisas na vida. Procure o que funciona que você vai encontrá-lo.
O desafio da PNL é capacitar as pessoas a assumir o controle da sua própria evolução cognitiva e tomar consciência que suas imagens, vozes e sensações internas pertencem a elas e que elas podem manipular estas imagens, vozes e sensações da mesma maneira que elas usam seus dedos para abrir a maçaneta de uma porta.O desafio é ajudar as pessoas a compreender que o que elas pensam que é a realidade é apenas o seu modelo da realidade, e ajudá-las a mudar para uma posição onde possam dizer "se isto é apenas um modelo eu prefiro ter aquele outro."O mais importante de tudo é a atitude.
Sem uma atitude e um sistema de crenças adequado você está apenas pronunciando palavras e não fazendo PNL. Esta atitude é fácil de descrever: tudo é possível de se conseguir. Quando você tem essa crença, você é capaz de deixar de lado sua crença atual sobre o que é possível e o que não é possível; você pode começar a descobrir o que pode ser feito.
Então não importa que dificuldade você encare, você tem duas opções:ou você pode fazê-lo ou você não pode fazê-lo ainda, assim você vai começar a procurar o que você precisa fazer para torná-lo possível. Tão logo você assume que alguma coisa pode ser realizada, você vai fazer o melhor que pode e encontrar as ferramentas e habilidades para fazê-la acontecer.
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